sábado, 2 de abril de 2011
Espontaneidade
Esta semana fiquei com esta palavra na minha cabeça: Espontaneidade! Fiquei pensando o quanto é bom quando eu consigo ser espontânea com alguém ou em determinadas situações. Quando isso acontece sinto que estou a vontade e que posso ser eu mesma, ou seja, não preciso ficar "pisando em ovos" e com receio de falar alguma besteira ou cometer algum erro. Acredito que existem pessoas que conseguem ser espontâneas na maioria das situações e pouco importam-se com o outro que a está observando, ou seja, não ligam para julgamento do outro. Acho que aí esta a diferença entre eu conseguir ser espontânea ou não. Acho que a espontaneidade se perde quando estou passando por uma situação onde não me sinto segura e acho que estou sendo colocada a prova, ou seja, eu acho que tem alguém me observando e avaliando meus gestos ou palavras. Por um lado pode ser que esse observador nem exista e eu estou me sentindo incomodada à toa, ou seja, a pessoa com quem estou interagindo não está me observando e muito menos medindo minhas palavras ou gestos. Tudo não passa de uma ilusão criada pela minha cabeça, por mais uma vez ter receio de errar em uma situação sobre a qual não me sinto segura ou não estou no controle. Por outro lado, se esse observador de fato existe e está querendo me julgar ou me colocar a prova de uma maneira "destrutiva", então eu devo repensar a minha postura diante dessa situação e não mais permitir que isso acabe com a minha espontaneidade. Ser espontâneo é deixar transparecer o nosso lado mais natural e verdadeiro... então por que esconder isso? Será que realmente existem situações onde devemos deixar a espontaneidade de lado e devemos vestir uma máscara que seja mais adequada? É lamentável que tenhamos que vestir máscaras, pois, com certeza, ser espontâneo é muito mais divertido! Porém, algumas vezes o receio da exposição e do julgamento não nos deixam mostrar a nossa mais pura essência...aquela que faz de cada um de nós um ser único e sem igual!
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